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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

PROJETO 25 - SEGURANÇA PÚBLICA


Projeto 25: Redes Digitais
A União Internacional de Telecomunicações (ITU) adota o seguinte conceito para equipamento de rádio que emprega técnica de modulação digital:
 “Equipamento que possa modular alguma característica de uma onda eletromagnética portadora, seja sua freqüência, fase, amplitude ou combinação destas, em função de um sinal constituído de pulsos codificados ou de estados derivados de informação quantizada.”

Fonte: Adaptado da Recomendação ITU - 573-4 – Vocabulário Internacional de Telecomunicações.
A Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL), por meio de sua publicação Glossário Brasileiro de Direito das Telecomunicações, conceitua ainda o processo de modulação, acesso e transmissão digital de modo semelhante, mas acrescenta as tecnologias que possam realizar os Serviços de Comunicação Multimídia (SCM) por meio de sinais de áudio, vídeo, dados, voz, imagens, textos e outras informações de qualquer natureza que estejam digitalizadas.
No sistema convencional cada canal de radiofreqüências é alocado de maneira exclusiva para estações digitais definidas. Assim, caso não ocorra à comunicação entre as estações, o canal alocado no espectro de radiofreqüência permanece ocioso. Por sua vez, a tecnologia trunking otimiza o processo de comunicação por rádio digital, pois permite a gestão eficiente dos canais de comunicação no meio de transmissão.
Isso ocorre porque o sistema trunking adota uma metodologia que administra o espectro de radiofreqüências em função da demanda por canais de comunicação. Neste sistema existe um controle de canais, e cada um deles é alocado em função da demanda das estações, sem nenhuma exclusividade.
A filosofia do sistema trunking é semelhante à tecnologia adotada em centrais telefônicas, onde inúmeros ramais são comutados para troncos de linhas de entrada e saída de acordo com a demanda por acesso dos ramais. Contudo, o rádio troncalizado utiliza os canais de radiofreqüências como troncos para disponibilizar o acesso para as diversas estações de rádio que integram esse sistema de comunicação.
Portanto, esse método permite maior sigilo nas comunicações, uma vez que as mensagens são alocadas de maneira pseudo-aleatória em canais de radiofreqüências distintas. Essa complexidade dificulta as escutas e interceptações das mensagens, pois a estação receptora deve acompanhar as mudanças de canais de acordo com a gerência eletrônica do sistema. A alocação dinâmica dos canais ocorre a cada contato entre as estações, independentemente do último canal utilizado, por meio do envio de um sinal de controle.
Para tanto, o sistema trunking é planejado de acordo com o número de estações que integram a rede de comunicação, de maneira que possam ser definidos os prováveis tráfegos requeridos e escoados. Neste planejamento, a intensidade de tráfego pode ser definida em função do volume de tráfego no tempo (Unidade Erlang/ERL).
Deve-se ressaltar ainda que o sistema troncalizado pode alocar nos canais de radiofreqüências mensagens em modo analógico ou digital. Assim, a técnica de modulação empregada pode otimizar de modo mais significativo o método trunking de radiocomunicação. Dessa forma, o acesso múltiplo das estações também pode ocorrer, em diferentes modalidades, seja por Acesso Múltiplo por Divisão de Freqüências (FDMA), Acesso Múltiplo por Divisão de Tempo (TDMA) ou Acesso Múltiplo por Divisão de Código (CDMA). No entanto, tais tecnologias não são definidas de modo amplo e abertas, pelo contrário, a metodologia empregada para modulação e/ou acesso varia de acordo com o padrão de rádio digital trunking adotado.
Existem inúmeros padrões de rádio troncalizado, sejam em modo analógico ou digital. Contudo, os padrões digitais destacam-se sobre os padrões analógicos por disponibilizar recursos de criptografia e tráfego dados que valorizam essa tecnologia em relação aos formatos analógicos. Por sua vez, o padrão Projeto 25 (P25) evidencia-se dentre os demais padrões de rádio trunking digital, uma vez que está presente em diferentes partes do mundo, inclusive no Brasil.
Padrão APCO Projeto 25
Em 1974, a faixa de 900MHz nos Estados Unidos já se encontrava congestionada por estações de radiocomunicações do segmento de segurança pública [5]. Para solucionar esse problema, a Comissão Federal de Comunicações (Federal Communications Commission – FCC), agência reguladora daquele país, propôs a implantação de soluções troncalizadas em 200 canais de radiofreqüências nesta faixa do espectro radioelétrico [4, p.2]. Contudo, não foi definido um padrão de rádio troncalizado para essa finalidade.
No entanto, a Associação de Oficiais de Comunicações em Segurança Pública dos Estados Unidos (Associated Public-Safety Communications Officers – APCO), em conjunto com empresas de telecomunicações, iniciaram diferentes estudos técnicos para definição do padrão rádio troncalizado para os órgãos de segurança na América do Norte. Em 1978, dentre inúmeros estudos, foi concluído o Projeto 16, o qual teve estações de radiocomunicações instaladas para testes em diferentes cidades estadunidenses, tais como Miami, Los Angeles e Chicago.
Nesse projeto piloto, as estações de rádio-base eram compostas de 5 estações repetidoras, operando em 10 canais de radiofreqüências em modo duplex, na faixa compreendida entre 806 e 866MHz. Foi definida a largura de canal em 12,5 kHz e espaçamento entre canais de 5 MHz entre subida e descida. A modulação dos canais de voz era analógica, porém, os testes com canais digitais também se iniciaram naquele ano.
Na rede de Chicago foram instaladas 150 estações denominadas Special Mobile Automated Remote Terminals (SMART) para o tráfego de dados prioritários em ocorrências policiais. Na verdade, eram 3 linhas de informações básicas, como endereço, telefone e o nome da pessoa contato, para que as viaturas pudessem se deslocar para o local de chamada com maior agilidade [3, p.14].
Esse projeto evoluiu e seu padrão foi registrado na Associação da Indústria de Telecomunicações (Telecommunications Industry Association - TIA) e na Aliança das Indústrias de Eletrônicos dos Estados Unidos (Electronic Industries Alliance – EIA). Esse projeto ficou conhecido como APCO 16 ou simplesmente Projeto 16. Os primeiros equipamentos foram comercializados pela empresa Motorola Inc., e por um longo período foi considerado como um padrão “fechado” de rádio troncalizado.
Poucos anos mais tarde, as demandas por tráfego de dados obrigaram a tecnologia digital a substituir as redes analógicas do Projeto 16. Tal como ocorreu no início, foram inúmeros estudos e o novo sistema recebeu a denominação de Projeto 25 (P25). A comercialização desse padrão se expandiu além das fronteiras dos Estados Unidos e é adotado atualmente em inúmeros países. As especificações técnicas do P25 estão descritas nos documentos da série TIA-102.
A documentação técnica do padrão P25 pode ser encontrada com facilidade em páginas de busca da internet, ou acessando as páginas da TIA, FCC ou do Instituto de Padronização Nacional Americano (American National Standards Institute - ANSI). Como exemplo, a publicação do documento BSR/TIA 102.AAC/2001, o qual descreve os requisitos técnicos para o tráfego de mensagens pelo canal de controle em uma rede P25.
Projeto 25: Especificações Técnicas
O Projeto 25 pode ser subdividido em três fases desenvolvimento, sendo denominadas Fase 0, 1 e 2 [7, p.11]. Na Fase 0, o P25 procurou adequar suas especificações técnicas às interfaces aéreas de outros sistemas, em especial dos equipamentos analógicos, por meio de Interfaces Aéreas Comuns (CAI).
 Por sua vez, a Fase 1 foi responsável pela integração e suporte de CAI em sistemas digitais que utilizam tecnologia de Acesso Múltiplo por Divisão de Freqüências (FDMA) em canais de radiofreqüências de 12,5 kHz. A Fase 2, estágio atual do projeto, responde pelo funcionamento do sistema de modo integrado à redes FDMA, e também, para as redes com Acesso Múltiplo por Divisão de Tempo (TDMA) em canais de radiofreqüências de 6,5 kHz.
 Neste sentido, devem ser analisados os aspectos relevantes para integração entre redes para a Fase 1 e 2 do Projeto 25, uma vez que a última ainda não se encontra totalmente implementada no mercado global. Ressalta-se também a compatibilidade das fases superiores em relação às fases anteriores, incluídas neste caso o Projeto 16. Assim, uma infra-estrutura P25 Fase 2 pode incorporar sítios de repetição que adotam a tecnologia das fases anteriores.
 A faixa do espectro radioelétrico de operação P25 está compreendida entre 821-824/866-869 MHz em canais duplex. Contudo, nos Estados Unidos já estão em operação equipamentos na faixa 700 MHz, onde a FCC disponibilizou canais de radiofreqüências para os órgãos de segurança pública (FCC: http://wireless.fcc.gov/publicsafety/700MHz/, acessado em 28/09/06).
 A transmissão se inicia com a coleta do sinal de voz que é amostrado e codificado preliminarmente com técnica de modulação por código de pulsos (PCM), para depois ser entregue ao vocoder que emprega técnica Improved Multiband Excitation (IMBE) para compressão dos sinais de voz a 4,4 kbit/s.
 Trata-se de um vocoder da empresa Digital Voice System Inc – DVSI (http://www.dvsinc.com/prj25.htm, acessado em 30/09/06.). Segundo a empresa DVSI, o IMBE possibilita uma taxa de compressão de até 7200 bit/s em quadros de 20 ms, com amostras dos sinais de voz apenas nas bandas do espectro com energia.
 Em seguida, o vocoder IMBE entrega os bits ao codificador de canal que adiciona informações de sinalização e correção de erro, totalizando 9,6 kbit/s de dados para transmissão. Para modulação da portadora no P25/Fase 1 é adotado o esquema Compatible 4-Level Frequency Modulation (C4FM), e P25/Fase 2 é o Chaveamento de Fase em Quadratura Diferencial (CQPSK), conforme disposto na Tabela II a seguir:
 Tabela 2: Esquema modulação do Projeto 25.

Informação
Símbolo
Desvio de freqüência C4FM
Mudança de Fase CQPSK
01
+3
+1.8kHz
+135º
00
+1
+ 0.6kHz
+45º
10
-1
-0.6kHz
-45º
11
-3
-1.8kHz
-135º

Fonte: Adaptado de Project 25. Statement of Requeriments. de 09/03/2006.
A modulação C4FM é uma forma particular da modulação por Chaveamento de Fase em Quadratura (QPSK), na qual ao invés de ser enviado um símbolo correspondente a um parâmetro puro de fase, este símbolo é representado por um desvio de freqüência. Neste caso, cada conjunto de bits representado por um símbolo provoca uma variação de freqüência determinada no sinal da portadora.
A modulação no P25/Fase 2 é feita por meio do método CQPSK, onde cada símbolo sucessivo é mudado em fase de seu predecessor em 45 graus, mas em canais 6,5 kHz. Neste processo, o transmissor modula a fase e simultaneamente modula a amplitude de portadora, reduzindo a largura do espectro ocupado, gerando o sinal modulado CQPSK [10]. A figura 1 apresenta o diagrama em blocos dos moduladores C4FM e CQPSK:
Figura 1: Diagrama em blocos dos moduladores C4FM e CQPSK.
Por sua vez, um demodulador de QPSK é capaz de receber tanto um sinal C4FM (Fase 1/FDMA) ou CQPSK (Fase 2/FDMA-TDMA). A primeira etapa do demodulador é um detector de modulação de freqüência. Isto permite que um demodulador da Fase 1 seja capaz de receber os sinais em modo Trunking FM analógico, P25/Fase 1 C4FM ou
Assim, para migrar de uma rede para outra, basta atualizar o módulo transmissor da estação. O múltiplo uso do demodulador significa também que um receptor da Fase 1 pode receber sinais analógicos ou digitais.
A figura 2 ilustra o processo recepção dos sinais C4FM e CQPSK.

Figura 2: Receptor comum para P25 Fase 1 e 2.
Contudo, os terminais móveis P25/Fase 2 atualmente não estão sendo produzidos em larga escala, pois devem exigir amplificadores lineares de potência para que a componente de amplitude do sinal de CQPSK possa ser modulada.
Mas as atuais tecnologias de baterias não estão suficientemente desenvolvidas suprir consumo de energia esperado para essa finalidade. Logo, os terminais móveis e portáteis poderão apresentar deficiências para operação em períodos tempo médios e longos [1,
A compatibilidade entre as fases do P25 com as versões anteriores, e outros sistemas Professional Mobile Radio (PMR), é obtida por meio das técnicas de migração por compensação e/ou centralização. Isso é feito a partir da divisão dos canais de radiofreqüências em tamanhos menores. Assim, os canais analógicos de 25 kHz podem ser divididos em dois canais digitais de 12,5 kHz.
Com a migração por compensação, podem ser colocados dois canais de 12,5 kHz na mesma faixa do espectro onde existia previamente um canal de 25 kHz. Para tanto, os novos centros dos canais digitais de 12,5 kHz são compensados para 6,25 kHz do centro original do canal de 25 kHz.
Para a migração com centralização, um dos novos canais digitais de 12,5 kHz é colocado no centro do canal original de 25 kHz. O outro canal digital de 12,5kHz é compensado em 12,5 kHz do centro do canal original de 25 kHz.
A figura 3 ilustra a alocação dos canais de radiofreqüências P25 nos processos migração por compensação e centralização.

Figura 3: Adequação do canal analógico ao modelo digital.
Projeto 25: Considerações Finais

Neste sentido, o P25 apresenta-se como um importante padrão de rádio digital troncalizado. Trata-se de uma tecnologia desenvolvida para o segmento de Segurança Pública com o apoio dos próprios usuários.

O projeto teve por base um princípio de tecnologia aberta, o qual permite o compartilhamento pleno de infra-estrutura. Além disso, a integração tecnológica de uma rede de radiocomunicação troncalizada deve considerar a adoção de um padrão comum para as diversas instituições interessadas.

Referências
 [1] DANIELS Inc. P25 Training Guide Electronics, 2004, 74p.
 [2] JESZENSKY, Paul Jean Etienne. Sistemas Telefônicos. Barueri, São Paulo: Manole, 2004, 651p.
 [3] KAR, Bruce M. The operational impact of 900MHz radio systems on law enforcement communications. Washington/DC: APCO, 1978.
 [4] KAVANAGH, Donald. Project 16 A: 900MHz trunked communications system functional requeriments development. Washington/DC: APCO, 1978.
 [5] KAVANAGH, Donald. The application of the 900MHz band to law enforcement communications: an analysis of techincal and regulatory factors. Washington/DC: APCO, 1978.
 [6] KUROSE, James F. Redes de computadores e a internet: uma nova abordagem. São Paulo: Addison Wesley, 2003, 548p.
 [7] PROJETO 25. Statement of requirements. Washington/DC: APCO, 2006, 52p.
 [8] SMART TRUNK INC. Smart trunk II system overview. Rev. 9 Califórnia: Nacional, 2004, 57p.
 [9] TAIT Communications. What’s APCO Project 25? 2004.
 [10] TIA-102.CAAB-B Project 25 Recommendations C4FM/CQPSK Modulation. Washington/DC, 1996.
 [11] TIA-102.BAA Project 25 Recommendations Common Air Interface. Washington/DC, 1996.

APLICATIVOS PARA ANDROID


O MUNDO DE AMANHÃ


terça-feira, 9 de agosto de 2011

ESTAÇÃO REPETIDORA DE TELECOMUNICAÇÕES

INFRA ESTRUTURA DE ENERGIA
ESTAÇÃO REPETIDORA DE TELECOMUNICAÇÕES
Wilson Brasil Gouvêa -
tecnologia em sistemas de telecomunicações
Instituto Federal do Pará
MEMORIAL TÉCNICO DESCRITIVO
1-OBJETIVO:
Este memorial tem a finalidade de estabelecer as condições, especificações de materias e normas  necessarios para a execução do projeto de intalações elétricas da obra em questão garantindo assim a segurança das pessoas e o funcionamento correto da estação,  se baseando rigorosamente nas especificações da ABNT-NBR 5410-Instalações de baixa tensão-procedimentos,  NBR 5419-Metodos de proteção, NBR 5413- iluminação de interiores, NBR 7117-medição de resistividade do solo  assim como a NTD-01/CELPA e outras normas e recomendações convenientes.
2-CARACTERÍSTICAS DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS:
2.1-ENTRADA DE ENERGIA:
Os limites são estabelecidos no âmbito de cada concessionária, levando-se em consideração potência instalada, tipo de carga e demanda máxima.Tensão padronizada: Nas redes de distribuição secundária da CELPA, as tensões padronizadas são de 220/110V. Classificação dos tipos de fornecimento: Em função da potência instalada declarada, o fornecimento de energia elétrica à unidade consumidora será 110V.

2.2-CONDUTORES:

Os condutores serão instalados de forma que os isente de esforços mecânicos incompatíveis com sua resistência ou com a do isolamento ou a do revestimento. Nas deflexões os condutores serão curvados segundo raios iguais ou maiores do que os mínimos admitidos para o seu tipo.
Os condutores devem formar trechos contínuos entre as caixas de derivação. As emendas  e derivações  dos condutores serão  executadas de modo a assegurarem resistência mecânica adequada e contato elétrico perfeito e permanente por meio de um  conector  apropriado  e  serão  sempre  efetuadas  em  caixas  de  passagens  com dimensões  apropriadas.  Condutores  emendados  ou  cuja  isolação  tenha  sido danificada e recomposta com fita isolante ou outro material não devem ser enfiados em eletrodutos.
Os  condutores  somente  devem  ser  enfiados  depois  de  estar  completamente terminada a rede de eletrodutos e concluídos todos os serviços de construção que os possam danificar. A enfiação só deve ser iniciada após a tubulação ser perfeitamente limpa.
Para facilitar a enfiação dos condutores, podem ser utilizados:
-  Guias de puxamento que, entretanto, só devem ser introduzidos no momento da enfiação dos condutores e não durante a execução das tubulações;
-  Talco, parafina ou outros lubrificantes que não prejudiquem a isolação dos condutores;

Condutores de proteção

A instalação dos condutores de proteção obedecerá às seguintes disposições:
•  O condutor será tão curto e retilíneo quanto possível, não terá emendas e nem  chaves  ou  quaisquer  outros  dispositivos  que,  ao  longo  de  seu percurso, possam causar interrupção;
•  Será  devidamente  protegido  pôr  eletrodutos,  rígidos  ou  flexíveis,  nos trechos em  que  possa  sofrer  danificações  mecânicas.  Esses  eletrodutos serão conectados ao condutor;
Serão ligadas à terra as partes metálicas que, em condições normais, não estejam sob tensão, tais como:
-  Estrutura de quadros de distribuição;
-  Carcaças de motores e respectivas caixas de equipamentos de controle ou proteção;

2.3-TUBULAÇÃO
Um duto de energia medindo 5,18m de comprimento e 75 mm2 de area, é ligado da caixa de passagem de energia, que mede 60 cm³, até o "abrigo de quipamentos". Este duto serve para a passagem de cabos de energia de 35mm².
           Logo atrás da caixa de passagem de energia, localiza-se uma substação de 30kVa e 13KV com poste 11x300 dan com cruzetas e acessórios. Acoplada e ela encontra-se um refletor lâmpada mista 160w/ 127V.
2.4-ATERRAMENTO:
A malha geral de aterramento da estação é composta de 20 (vinte) hastes de terra de alta camada (3/4 x 3,00 m à 50 cm de profundidade 254µm), interligdas por um cabo de cobre (cobre nú 50 mm2) e espaçadas à 4m uma da outra. Nesta malha é efetuado o aterramento de todos os equipamentos da estação e de partes matálicas que possam apresentar riscos de acidente elétrico ( cercas, portas, portões, torres metálicas,, esteiramento de cabos etc).dentro do perímetro da estação.
A resistência de terra deverá ser igual ou inferior a 10 Ohms em qualquer época do ano.
O anel superior interno irá possuir uma altura de 2,9 m e cordoalha de cobre #50mm2
As conexões interns de cabo-cabo deverão ser feitas com conector de cobre tipo YC25L12 da burndy ou similar. As conexões nas barras  de terra deverão ser feitas com terminais de 2 furos tipo YA252n da burny ou similar. As ligações cabo-haste serão feitas com solda exortémica e as cabo-cabo com solda exortémica, solda em cruz.
No aterramento interno da sub estação existem 8 hastes interligadas por cabos condutores de energia ( cobre nu 50 mm² ,com  isolação para 0,6/1 kv ) formando assim uma malha externa de aterramento, possuem 3 metros de comprimento, sendo que 50 cm estão aterrados.O aterramento será realizado através  de cabos de cobre de 6 mm². As hastes situadas nas extremidades externas da planta baixa n°07 deverão estar ligadas a uma entrada de energia AC, em tensão secundária, através de eletrodutos do tipo PVC flexível, corrugados e anti-chamas de ½” de diâmetro. Ainda na malha externa há uma caixa de inspeção de dimensões 40 x 40, retangular, com fundo fixo, para a ligação de tomadas, interruptores e luminárias na parede; serão em chapa de aço N° 16 com tampa parafusada e pintura eletrostática na cor cinza, essa caixa envolve uma única haste da malha de aterramento.
A caixa de inspeção segue para a barra interna ao container.A haste no centro da caixa segue para a torre  ligada ao esteiramento.  Existem 2 entradas internas para o aterramento à instalação realizadopor eletrodutos de Ø ¾” em PVC; aparente na parede.
Para uma maior segurança dos ramais de entrada em baixas tensões no projeto serão utilizados os disjuntores termomagnéticos, monofásicos de 40 A – 250 V.
As conexões de eletrodutos serão feitas por meio de luvas apropriadas e as ligações em caixas deverão ser realizadas por meio de buchas e arruelas de alumínio. Os condutores do projeto devem ser de cabo de cobre, flexíveis e 750 V.
O quadro de distribuição de energia ( entrada de energia ) com a carcaça,deverá ser aterrado por jumpers nas suas portas, por um cabo resistivo de cobre,PVC, para 750 V de 2,5mm² , direto na barra do container ( mgb ).




Espectro Eletromagnético

A radiação (ondas) eletromagnética é constituída por diversas características físicas (intensidade, comprimento de onda, frequência, energia, polarização, etc...). Entretanto, independente dessas características, todas as ondas eletromagnéticas são essencialmente idênticas, apresentando uma independência com relação à existência ou não de um meio de propagação (propriedade importante deste processo de transferência de energia). Esta independência é fácil de entender pela figura a seguir, o campo elétrico e o campo magnético são perpendiculares entre si e ambos oscilam perpendicularmente à direção de propagação da onda, assim o campo elétrico gera um campo magnético e do campo magnético gera um campo elétrico.
Onde: E = Campo elétrico
M = Campo magnético

 
A velocidade de propagação da onda eletromagnética no vácuo é a velocidade da luz (3 x 108 m/s). O número de ondas que passa por um ponto do espaço num determinado tempo define a frequência (f) da radiação. A frequência de onda é diretamente proporcional à velocidade de propagação da radiação. Quanto maior a velocidade de propagação da onda, maior o número de ondas que passarão por um ponto num dado tempo (t) e maior será sua frequência. A velocidade de propagação (v) num dado meio é constante.
A onda eletromagnética pode também ser caracterizada pelo comprimento de onda (lâmbda) que pode ser expresso pela equação:
A faixa de comprimentos de onda ou frequências em que se pode encontrar a radiação eletromagnética é ilimitada. Com a tecnologia atualmente disponível, pode-se gerar ou detectar a radiação eletromagnética numa extensa faixa de frequência, que se estende de 1 a 1024 Hz, ou comprimentos de onda na faixa de 108 metros a 0.01A.
Este espectro é subdividido em faixas, representando regiões que possuem características peculiares em termos dos processos físicos, geradores de energia em cada faixa, ou dos mecanismos físicos de detecção desta energia. Dependendo da região do espectro, trabalha-se com energia (eletron-volts), comprimentos de onda (micrômetro), ou frequência (hertz). Por exemplo: na região dos raios gama e cósmicos - usa-se energia; na região entre U.V. e I.V. - usa-se comprimento de onda; na região microondas e radio - usa-se frequência. As principais faixas do espectro eletromagnético estão descritas abaixo e representados na figura a seguir.


Espectro Eletromagnético.
Ondas de radio: baixas frequências e grandes comprimentos de onda. As ondas eletromagnéticas nesta faixa são utilizadas para comunicação a longa distância, pois, além de serem pouco atenuadas pela atmosfera, são refletidas pela ionosfera, propiciando uma propagação de longo alcance.
Microondas: situam-se na faixa de 1 mm a 30 cm ou 3 X 1011 a 3 X 109 Hz. Nesta faixa de comprimentos de onda podem-se construir dispositivos capazes de produzir feixes de radiação eletromagnética altamente concentrados, chamados radares. Pouca atenuação pela atmosfera, ou nuvens, propicia um excelente meio para uso de sensores de microondas em qualquer condição de tempo.
Infravermelho: grande importância para o Sensoriamento Remoto. Engloba radiação com comprimentos de onda de 0,75 um a 1,0 mm. A radiação I.V. é facilmente absorvida pela maioria das substâncias (efeito de aquecimento).
Visível: é definida como a radiação capaz de produzir a sensação de visão para o olho humano normal. Pequena variação de comprimento de onda (380 a 750 nm). Importante para o Sensoriamento Remoto, pois imagens obtidas nesta faixa, geralmente, apresentam excelente correlação com a experiência visual do intérprete.
Ultravioleta: extensa faixa do espectro (10 nm a 400 nm). Películas fotográficas são mais sensíveis à radiação ultravioleta, que a luz visível. Uso para detecção de minerais por luminescência e poluição marinha. Forte atenuação atmosférica nesta faixa, se apresenta como um grande obstáculo na sua utilização.
Raios X: Faixa de 1 Ao a 10 nm (1 Ao = 10-10 m). São gerados, predominantemente, pela parada ou freamento de elétrons de alta energia. Por se constituir de fótons de alta energia, os raios-X são altamente penetrantes, sendo uma poderosa ferramenta em pesquisa sobre a estrutura da matéria.
Raios- GAMA: são os raios mais penetrantes das emissões de substâncias radioativas. Não existe, em princípio, limite superior para a frequência das radiações gama, embora ainda seja encontrada uma faixa superior de frequência para a radiação conhecida como raios cósmicos.
* A faixa mais usada em Sensoriamento Remoto está entre 0,3 um e 15,0 um (conhecida como espectro óptico), pois nesta faixa os componentes ópticos de reflexão e refração, tais como lentes, espelhos, prismas, etc..., são utilizados para coletar e reorientar a radiação.

Fontes de radiação eletromagnética

As fontes de radiação eletromagnética (REM) podem ser divididas em naturais (Sol, Terra, Radioatividade) e artificial (Radar, Laser, etc...).
O Sol é a mais importante fonte natural, pois sua energia, ao interagir com as diversas substâncias da superfície da Terra, origina uma série de fenômenos (reflexão, absorção, transmissão, luminescência, aquecimento, etc..) investigados pelo Sensoriamento Remoto.
Qualquer fonte de energia eletromagnética é caracterizada pelo seu espectro de emissão, o qual pode ser contínuo ou distribuído em faixas discretas. O Sol, por exemplo, emite radiação distribuída continuamente numa faixa que vai dos raios-X até à região de microondas, embora, concentrado no intervalo de 0,35 um - 2,5 um.
Toda substância com temperatura superior à de zero absoluto (0 K ou -273o C) emitem radiação eletromagnética, como resultado de suas oscilações atômicas e moleculares. Essa radiação emitida pode incidir sobre a superfície de outra substância podendo ser refletida, absorvida ou transmitida. No caso da absorção, a energia é geralmente reemitida, normalmente com diferentes comprimentos de onda.
Na prática, os quatro processos: emissão, absorção, reflexão e transmissão ocorrem simultaneamente e suas intensidades relativas caracterizam a substância em investigação. Dependendo das características físicas e químicas da mesma, aqueles quatro processos ocorrem com intensidades diferentes em diferentes regiões do espectro. Esse comportamento espectral das diversas substâncias é denominado assinatura espectral e é utilizado em Sensoriamento Remoto para distinguir diversos materiais entre si.

WILSON BRASIL GOUVÊA  - GRADUANDO EM TECNOLOGIA DE SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES

SIMPÓSIO BRASILEIRO DE TELECOMUNICAÇÕES / CURITIBA-2011

SBrT - XXVI Simpósio Brasileiro de Telecomunicações
Observações:
1. A inscrição na categoria "PROFISSIONAL COM HOSPEDAGEM"  inclui: publicação de até DOIS trabalhos regulares dos mesmos autores nos anais, Livro de Resumos, Anais do SBrT'11 em mídia eletrônica, 3 diárias (entrada no dia 2/10 e saída no dia 5/10) em quarto duplo (DBL) com café da manhã, 3 almoços no hotel (3/10 a 5/10), 01 mini-curso, coffee-breaks, coquetel de abertura e jantar de confraternização.

2. A inscrição na categoria "PROFISSIONAL SEM HOSPEDAGEM"  inclui: publicação de até DOIS trabalhos regulares dos mesmos autores nos anais, Livro de Resumos, Anais do SBrT'11 em mídia eletrônica, 01 mini-curso, coffee-breaks, coquetel de abertura e jantar de confraternização.

3. A inscrição na categoria "ESTUDANTE COM HOSPEDAGEM" inclui: Livro de Resumos, Anais do SBrT'11 em mídia eletrônica, 01 mini-curso, 3 diárias (entrada no dia 2/10 e saída no dia 5/10) em quarto duplo (DBL) ou triplo (TPL) com café da manhã, 3 almoços no hotel (3/10 a 5/10), coffee-breaks, coquetel de abertura e jantar de confraternização. IMPORTANTE: esta inscrição NÃO dá direito à publicação de trabalho regular nos anais do simpósio.

4. A inscrição na categoria "ESTUDANTE SEM HOSPEDAGEM" inclui: Livro de Resumos, Anais do SBrT'11 em mídia eletrônica, 01 mini-curso, coffee-breaks e coquetel de abertura. IMPORTANTE: esta inscrição NÃO dá direito à publicação de trabalho regular nos anais do simpósio.
5. A inscrição na categoria "AUTOR DE TRABALHO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA (IC)" inclui: publicação do trabalho de IC nos anais do simpósio, livro de Resumos, Anais do SBrT'11 em mídia eletrônica, 01 mini-curso, coffee-breaks e coquetel de abertura.
6. A inscrição na categoria "ACOMPANHANTE" inclui: 3 diárias (entrada no dia 2/10  e saída no dia 5/10) em quarto duplo (DBL) com café da manhã, 3 almoços no hotel (3/10 a 5/10) e coquetel de abertura.
7. OBSERVAÇÕES IMPORTANTES:
a.      Apenas DOIS trabalhos regulares serão publicados nos anais do simpósio com o pagamento de uma inscrição nas categorias “PROFISSIONAL COM HOSPEDAGEM” ou “PROFISSIONAL SEM HOSPEDAGEM”. A taxa para publicação de trabalho adicional dos mesmos autores nos anais é de R$ 650,00 (por trabalho).
b.      Membros da ComSoc (IEEE) têm direito ao pagamento da mesma taxa de inscrição (e aos mesmos descontos) de um membro da SBrT.
c.      As vagas no hotel do evento são limitadas, sendo que as confirmações de reservas dependerão da disponibilidade no ato da confirmação de pagamento.
d.      Benefícios não utilizados em qualquer das categorias de inscrição não serão devolvidos em espécie ou mesmo trocados por qualquer outro.

Comparativo entre os Processadores Phenom X3 8750 (AMD) e Core 2 Quad Q6600 (intel)

      O Phenom X3 8750 é um processador de três núcleos, daí o “X3” do seu nome. Ele é baseado na nova microarquitetura K10 da AMD e a principal diferença entre os processadores que utilizam esta arquitetura e os processadores Intel e os modelos anteriores dos processadores da AMD é o uso de um cache de memória L2 individual em cada núcleo do processador e a adição de um terceiro cache compartilhado por todos os núcleos. O Phenom X3 8750 trabalha internamente a 2,4 GHz, o mesmo clock do Core 2 Quad Q6600, e por esse motivo estávamos bastante curiosos para comparar o desempenho desses dois processadores, apesar do X3 ter menos núcleos do que o Core 2 Quad.  Este processador também é conhecido pelo codinome Toliman e é baseado na revisão B3 do Phenom (revisão ou “stepping” é a versão da pastilha de silício usada pelo processador) que não sofre do infame problema no Buffer de Tradução de Endereços (TLB, Translation Look-aside Buffer) que afetava os primeiros modelos do processador Phenom. Todos os modelos do Phenom com final “50” são baseados nesta nova pastilha de silício e portanto não sofrem deste problema, enquanto que os modelos com final “00” podem ter este problema caso usem uma pastilha de silício com revisão inferior à B3. Os processadores Phenom têm um novo conjunto de instruções chamado SSE4a, que é simplesmente a adição de duas novas instruções SSE e, apesar do nome, não tem nada a ver com o conjunto de instruções SSE4 disponível nos processadores Core 2 Duo E8400 e que traz 47 novas instruções.
       O Core 2 Quad Q6600 é o processador de quatro núcleos mais simples e mais barato da Intel, com clock interno de 2,4 GHz – o mesmo clock usado pelo processador Phenom X3 8750. Ele tem 8 MB de cache de memória L2 divido em dois caches de 4 MB, um compartilhado entre os núcleos 1 e 2, e outro compartilhado entre os núcleos 3 e 4. Cada núcleo tem 32 KB de cache L1 de dados e 32 KB de cache L1 de instruções. O Core 2 Quad Q6600 trabalha externamente a 266 MHz transferindo quatro dados por pulso de clock, o que resulta em um desempenho de como se ele estivesse tabalhando externamente a 1.066 MHz. Este processador é baseado no núcleo Core de 65 nm e também é conhecido pelo codinome Kentsfield.
Processador
Núcleos
Clock Interno
Clock Externo
Cache L1
Cache  L2
Cache  L3
 Tecnologia
TDP
Core 2 Quad Q6600
4
2,4 GHz
1.066 MHz
64 KB x4
4 MB x2 
–
65 nm
95 W
Phenom X3 8750
3
2,4 GHz
*
128 KB x3
512 KB x3
2 MB
65 nm
95 W

Caracteristicas do Phenom X3 8750:
Até agora a AMD lançou modelos do Phenom de três e quatro núcleos com as seguintes especificações técnicas para todos os modelos:
  • Cache de memória L1 de 128 KB por núcleo.
  • Cache de memória L2 de 512 KB por núcleo.
  • Cache de memória L3 de 2 MB compartilhado por todos os núcleos;
  • Barramento HyperTransport 3.0 trabalhando a 1,6 GHz (6.400 mb/s), 1,8 GHz (7.200 MB/s), 2 GHz (8.000 MB/s), dependendo do modelo. Note que o HyperTransport 3.0 oferece taxas maiores (2,4 GHz/9.600 MB/s e 2,6 GHz/10.400 MB/s) que ainda não estão sendo utilizadas;
  • Soquete AM2+;
  • Processo de fabricação de 65 nm.
  • Conjunto de instruções "SSE4a", que é simplesmente a adição de duas novas instruções SSE e não tem nada a ver com o SSE4.1 existente nos mais recentes processadores da Intel e que traz 47 novas instruções.
  • Modelos "Black Edition" possuem o multiplicador de clock destravado, significando uma maior capacidade para overclock, já que eles podem ser configurados como se fossem um processador de clock mais elevado.
 
Quanto à temperatura supera todas as expectativas conseguindo manter-se abaixo dos 35ºC a mais de 3200MHz.        TDP significa Thermal Design Power e indica a maxima dissipação térmica do processor, isto é, o cooler do processador deverá ser capaz de dissipar pelo menos esta quantidade de calor.
Cada núcleo tem à disposição 512 KB de cache L2 e o cache L3 com volume de 2 MB é compartilhado entre eles. O link HyperTransport 3.0 opera a 3.600 MHz, assim como em todos os processadores Phenom X4 com freqüência nominal análoga.
O overclock dos processadores Phenom X3 não é pior nem melhor que o de seus companheiros quadrinucleares - a freqüência de 2,8 GHz pode ser alcançada. A desativação do quarto núcleo estranhamente afetou o nível de consumo de energia. Do ponto de vista de desempenho, o problema dos processadores trinucleares consiste no fato de que nem todos os aplicativos reconhecerão a quantidade de núcleos e distribuirão a carga adequadamente. Por causa disso, em certos casos, um Phenom X3 pode perder para um Athlon X2, por exemplo.
Como é um Phenom x4 com um dos cores desactivado também integra cerca de 450 milhões de transistors em 285mm2.
Falando em cache, o Phenom x3 8750 tem 384Kb de cache L1, 512Kb por core no nível 2 o que perfaz um total de 1,5Mb e cache L3 são 2Mb partilhados.
O Phenom x3 8750 revelou-se uma agradável surpresa. A capacidade de overclock deste processador é muito interessante e não exige conhecimentos por ai além. Basta utilizar o AMD Overdrive que é um software bastante intuitivo.
Assim a AMD consegue oferecer uma boa solução posicionada entre os processadores com 2 e 4 cores a um preço atractivo.

Wilson Brasil - Graduando em tecnologia de Sistemas de telecomunicações.